Journal

Pensamentos livres e soltos, anotados em um bloco de papel. Taiana Homobono e Thaís Braga não perdem o timing, não perdem a ideia. Escrevem sempre e sempre, mais e mais. Sobre tudo e sobre qualquer coisa. Todos os dias até o fim dos dias.

Outro dia, estava numa festa. Perguntei a um rapaz espanhol se ele queria conhecer o meu amigo. "Não, ele não faz o meu tipo", disse. Fiquei intrigada, porque meu amigo e eu vínhamos tendo essa conversa há alguns dias. Ele diz que gosta do tipo ninfeto (rapazes mais jovens, sem ou com pouco pelo). Eu respondia que jamais usaria essa desculpa, de que a pessoa não faz o meu tipo, para não conhecê-la.

Quero dizer... eu realmente tenho vontade de fugir pela saída mais próxima quando alguém acima (muito acima) do peso quer me conhecer. Não por eu ser a fiscal da gordura, mas, sim, porque acho isso uma forma de agressão a si próprio. Se a pessoa não consegue cuidar minimamente de si, como pretende inserir outra pessoa a sua vida?

Até que um dia eu soube o meu tipo de cara.

Até gosto de barba e cabelos legais; de um corpo minimamente saudável... Mas nada disso importa se o cara não me fizer sorrir! :)